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Corroído

             Objetos abandonados e que passam despercebidos na cidade..

  1. Poesia! Quanto mais desgastado e corroído, mais historia para contar, quanto mais rasgado e sujo mais experiência carrega, como um cidadão que a vida inteira viveu no mesmo bairro e acorda cedo e observa o movimento que reconhece e cumprimenta as pessoas pelo nome, contempla as mudanças  de tempo  e presencia a transformação arquitetônica do bairro. O valor e a leveza de certos objetos, bandeiras, tecidos rasgados, prédios a serem demolidos ou um tênis pendurado na fiação, fazem parte da história, estética do cotidiano das cidades.

Tudo que é ar um dia foi sólido?!

Morro de São Paulo, Gamboa e Boipeba - Bahia

Dezembro 2011/Janeiro 2012

‘Dinheiro na mão calcinha no chão’

Peças íntimas encontradas nas ruas de Recife e Maceió fotografadas casualmente.

Ipojuca/Recife - Alagoas/Maceió

Dezembro 2011

dissolvido

No meio do contexto urbano cheio de poluição, conformismo e desinteresses, a poesia ainda nos faz observar sensualidade, dor, frieza e instiga o desejo de possuir certas situações por meio do olhar fixo e paralisado, registros dos desencontros e encontros, perda e posse, apego e desapego com a mesma facilidade e rapidez dos arrependimentos corriqueiros.

Boneca

Alagoas/Maceió - Cairu/Bahia - Ipojuca/Recife 

Dezembro 2011 - Janeiro 2012

‘Recife de Jour’ - Recife/Olinda - Pernanbuco

Dezembro 2011

‘Beagá’ - Belo Horizonte/MG

Novembro 2011

Inhotim - Brumadinho/MG

Novembro 2011

Fresta

Paranapiacaba/São Paulo

Maio 2011

Invisível cordão

-Barra Funda

-Vodoostock

-Centro de Tradições Nordestinas

São Paulo 2011

“Não quero choro nem vela.”

35mm

San Pedro de Atacama - Chile

Dezembro 2010

Série “Pueblito”

35mm

Coquimbo - Chile

Dezembro 2010

35mm

Dezembro 2010

Santiago - Chile

35mm

Dezembro 2010

Valparaíso/La Serena - Chile

“Pacha Mama”

35mm

Dezembro 2010

San Pedro de Atacama

Corroído

             Objetos abandonados e que passam despercebidos na cidade..

  1. Poesia! Quanto mais desgastado e corroído, mais historia para contar, quanto mais rasgado e sujo mais experiência carrega, como um cidadão que a vida inteira viveu no mesmo bairro e acorda cedo e observa o movimento que reconhece e cumprimenta as pessoas pelo nome, contempla as mudanças  de tempo  e presencia a transformação arquitetônica do bairro. O valor e a leveza de certos objetos, bandeiras, tecidos rasgados, prédios a serem demolidos ou um tênis pendurado na fiação, fazem parte da história, estética do cotidiano das cidades.

Tudo que é ar um dia foi sólido?!

Morro de São Paulo, Gamboa e Boipeba - Bahia

Dezembro 2011/Janeiro 2012

‘Dinheiro na mão calcinha no chão’

Peças íntimas encontradas nas ruas de Recife e Maceió fotografadas casualmente.

Ipojuca/Recife - Alagoas/Maceió

Dezembro 2011

dissolvido

No meio do contexto urbano cheio de poluição, conformismo e desinteresses, a poesia ainda nos faz observar sensualidade, dor, frieza e instiga o desejo de possuir certas situações por meio do olhar fixo e paralisado, registros dos desencontros e encontros, perda e posse, apego e desapego com a mesma facilidade e rapidez dos arrependimentos corriqueiros.

Boneca

Alagoas/Maceió - Cairu/Bahia - Ipojuca/Recife 

Dezembro 2011 - Janeiro 2012

‘Recife de Jour’ - Recife/Olinda - Pernanbuco

Dezembro 2011

‘Beagá’ - Belo Horizonte/MG

Novembro 2011

Inhotim - Brumadinho/MG

Novembro 2011

Fresta

Paranapiacaba/São Paulo

Maio 2011

Invisível cordão

-Barra Funda

-Vodoostock

-Centro de Tradições Nordestinas

São Paulo 2011

“Não quero choro nem vela.”

35mm

San Pedro de Atacama - Chile

Dezembro 2010

Série “Pueblito”

35mm

Coquimbo - Chile

Dezembro 2010

35mm

Dezembro 2010

Santiago - Chile

35mm

Dezembro 2010

Valparaíso/La Serena - Chile

“Pacha Mama”

35mm

Dezembro 2010

San Pedro de Atacama

Corroído
dissolvido

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